sexta-feira, maio 25, 2012


Dia Nacional da Adoção

6

Meus pais um dia pensaram em adotar uma criança.
Há mais de 10 anos.
Foi uma época festiva em casa, meu pai finalmente teria o seu tão sonhado filho HOMEM.
Fizemos baby chá, decoramos o quarto com bercinho e papel de parede.
Compramos um enxoval bacana, o primeiro sapatinho do meu filho Paulo foi desse enxoval.
Mas o sonho virou pó e a adoção não se concretizou. 
Meus pais haviam sido enganados, na verdade minha tia que estava "resolvendo tudo", tinha na verdade caído nas mãos de uma traficante de crianças.
Posso dizer que esse meu irmão que não existiu. Foi amado, desejado e esperado..muito esperado. Uma espera que aumentava a cada mês!
Gente não sei e nem posso explicar nos detalhes como foi que tudo aconteceu, mas o mal estava feito.
A adoção é coisa séria e nunca devemos confiar esse ato a terceiros, coisa que aconteceu por aqui.
Posso dizer que foi um erro dos meus pais, mas na época eles não tiveram consciência..sei lá. 
Admiro meus pais por terem tido coragem, aqui o amor é grande e dá para dividir!

Mamãe desistiu da ideia, ficou muito decepcionada e todo amor acabou sendo transferido para meu filho Paulo que nasceu 1 ano depois. Deus sabe o que faz!
Fico muito feliz quando vejo casos reais de adoção. Na minha família tem um!
Fico deprimida quando vejo crianças sendo tratadas como bicho e sendo jogadas em qualquer lugar.
Adotar é um gesto de amor e tenho sim coragem de adotar uma criança. 
Converso muito com maridex e sempre falamos que o terceiro  não será da minha barriga, mas do meu coração..não sei quando e como!!! Deus proverá
Para você que assim como eu pensa em adotar é só seguir o PAP abaixo.

  • Quem pode adotar
    Adultos com mais de 21 anos, independentemente do estado civil, pode ser solteiro, casado, divorciado, ou viver em concubinato. Na hipótese de ser casado ou viver em uma relação de concubinato, a adoção deve ser solicitada por ambos, que participarão juntos de todas as etapas do processo adotivo. Será feita avaliação de estabilidade da união.

    Qualquer pessoa que seja pelo menos 16 anos mais velha que a criança a quem pretende adotar. A Justiça não prevê adoção por homossexuais. Neste caso, a autorização fica a critério do juiz responsável pelo processo.
  • Quem não pode adotar
    Menores de 18 anos. Os avós ou irmãos da criança pretendida. Nesse caso, cabe um pedido de guarda ou tutela, que deverá ser ajuizado na Vara de Família da cidade onde residem. O tutor não pode adotar tutelado.
  • Quem pode ser adotado
    Crianças e adolescentes com até 18 anos a partir da data do pedido de adoção, órfãos de pais falecidos ou desconhecidos. Crianças e adolescentes cujos pais tenham perdido o pátrio poder ou concordarem com a adoção de seu filho.

    Maiores de 18 anos também podem ser adotados. De acordo com o novo Código Civil, a adoção depende de sentença de juiz.

    Crianças e adolescentes com 16 anos a menos que o adotante.

    Só podem ser colocados para adoção as crianças e adolescentes que já tiveram todos os recursos esgotados no sentido de mantê-los no convívio com a família de origem.
  • Documentação necessária
    RG e comprovante de residência;
    Cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento;
    Carteira de Identidade e CPF dos requerentes;
    Cópia do comprovante de renda mensal;
    Atestado de sanidade física e mental;
    Atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas, com firma reconhecida;
    Atestado de antecedentes criminais.
  • O caminho da adoção
    Segundo Benedito Rodrigues dos Santos, secretário-executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o processo de adoção não é padronizado no país. "No primeiro momento, os interessados procuram a Vara da Infância e da Juventude mais perto de casa. Em seguida, eles passam por uma entrevista. O terceiro passo é a apresentação dos documentos necessários."

    Santos disse ainda que depois de analisada a documentação, os interessados passam por uma nova entrevista. "Desta vez, um assistente social vai até a casa do adotante para conhecer melhor a rotina dele. Depois disso, é iniciado o processo de escolha da criança. Feito isso, se for o caso, é dada a guarda temporária da criança para o adotante. Esse é o período de experiência e de avaliação."

    De acordo com o secretário-executivo do Conanda, se o adotante for aprovado, é 'iniciado' o processo na Justiça. "É quando o procedimento começa efetivamente. Tudo se encerra com a sentença do juiz aprovando ou não a adoção", disse Santos.

Como bem lembro a querida Clau Finotti podemos adotar uma criança por algumas horas..vá lá e leia o texto completo clicando AQUI

Este post faz parte da blogagem proposta pela querida Dani Pivatelli!

***Beijos, saúde e sucesso***




6 comentários: